Gripe Suína – Dicas

Atualmente um dos assuntos em que mais se ouve falar é a famosa gripe suína (também conhecida como influenza A, ou gripe A), que é causada pelo vírus H1N1.

Devido a escutar bastante sobre o assunto na TV (escutar na TV? É isso mesmo? É sim, porque geralmente tem alguém vendo TV e eu estou no computador, mas fico ligado no que está passando…), achei que estava “por dentro” do assunto. Porém, quando o médico do trabalho deu uma mini-palestra sobre essa gripe e os cuidados relativos à higiene que devemos ter, percebi que estava totalmente por fora. Também, pudera, acho que esse foi um dos poucos assuntos que não pesquisei na net. Falha minha.

Gripe Suína - Dicas 

A palestra não foi demorada (por isso chamei de mini-palestra), foi quase um bate-papo. Mas sem dúvida foi muito interessante e informativo, principalmente para mim. Vou tentar fazer um resumo do que foi discutido, pois achei muito importante:

  1. A gripe A é “tão letal” quando a maioria das gripes existentes por aí, e que geralmente a população contrai. A grande diferença entre a gripe A e as demais gripes é a facilidade de contágio / disseminação do vírus, que tem feito com que essa gripe se espalhe rapidamente (sabia que era tão letal quanto às outras, mas não sabia sobre essa capacidade tão grande de disseminação).
  2. Diferença entre limpeza e higienização: “O chão pode estar muito limpo, mas com certeza ele não está higienizado…”. Isso eu sabia, mas é importante ressaltar, principalmente para as pessoas que pegam coisas no chão e depois coçam os olhos, põe a mão na boca, etc.
  3. Higienização das mãos: É muito importante que as mãos sejam lavadas com água (óbvio) e sabão. Mas, porque não só com água? Aí vem um ponto importante: quando alguém toca um objeto “contaminado”, o vírus fica presente nas mãos e não sai com facilidade. Mas fica presente onde? No próprio óleo da pele de cada um. A importância do sabão é que seu efeito detergente retira um pouco da fina película de óleo que cobre a pele, e junto dela se vão os vírus. Interessante, não?
  4. Toalhas de rosto: deve-se ter cuidados com elas pois é possível a contaminação através da utilização de uma toalha de rosto ao se esfregar os olhos. É o mesmo que acontece quando alguém tem conjuntivite. Além disso, caso sua mão não esteja “tão limpa”, é importante evitar coçar os olhos com as pontas dos dedos – sugere-se que seja utilizadas as costas das mãos, que é uma região muito menos propensa a se encostar algo.
  5. Crianças: face à dificuldade que é ensinar algum procedimento que deva ser “cumprido à risca”, por mais que se ensine as crianças a lavar as mãos, ou coçar os olhos com as costas das mãos, elas são mais propensas a agir sem os devidos cuidados – até porque estão sempre muito juntas umas com as outras, fazendo as mais diversas brincadeiras. Mas é muito importante que se monitore qualquer indício de gripe, levando ao pediatra tão logo apresente qualquer sintoma de gripe, para que se confirme se é mesmo a gripe A ou não.
  6. Tamiflu: Alguém brincou, durante à palestra, que iria fazer uma viagem internacional para uma região cujo número de pessoas que contraíram a gripe A é muito grande. Eu, na hora, disse brincando: “Basta tomar um Tamiflu que tá tudo resolvido…”. Na hora me disseram que em hipótese alguma deve ser feita a auto-medicação com tal remédio, tendo em vista que ele possui diversos efeitos colaterais (isso eu não sabia). Esse remédio só pode ser tomado com prescrição médica! (na verdade todos remédios deveriam ser assim, mas…).

Durante a palestra foram discutidas muito mais coisas, mas acho que o post foi um resumo bom.

Espero que tais dicas ajudem, de alguma forma, a esclarecer algumas dúvidas, além de ajudar na prevenção da contração desse vírus, que virou uma pandemia.

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